Serviço Experimental de CIrcuitos aPrOvisionados dinamicamente (SE-CIPÓ)

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Relatório de Fechamento

Este relatório tem como objetivo demonstrar os resultados alcançados durante o ano de 2011. Este projeto nasceu dos resultados do Programa Futura RNP - Grupo 3 - Arquitetura e tecnologias de redes mediado por Iara Machado. Este grupo de trabalho tinha como objetivo avaliar tecnologias para criação e gerenciamento de Circuitos Dinâmicos.

O projeto RedeH foi dividido em 5 grupos de trabalho, que visavam estudar os seguintes aspectos:

  • Gerenciamento de Redes Híbridas e Interação com Usuários.
  • Monitoração de Circuitos e Engenharia de Tráfego.
  • Recuperação de Falhas em Circuitos Controlados por GMPLS.
  • Redes Ópticas Orientadas a Serviço.
  • Tecnologias de Aprovisionamento dinâmico de Conexões para redes Híbridas.

Durante esse projeto, foi implantada a rede experimental CIPÓ, a qual era composta por 15 PODs. Cada POD era composto por um conjunto de 2 Switches (Cisco e Extreme) e 2 Servidores (DELL). Em cada POD, foram instaladas as soluções de Circuitos Dinâmicos testadas por cada instituição participante no projeto: OSCARS (ESNet) e AutoBahn (GÉANT).

Usando a rede de experimentação, uma bateria de testes foi realizada e os principais resultados alcançados foram os seguintes:

  • A tecnologia de aprovisionamento recomendada foi o OSCARS.
  • No backbone, deveria ser usada alguma técnica de isolamento em software para implantar uma rede sobreposta a rede IP de produção.
  • Desenvolveria-se uma ferramenta de gerenciamento baseada nos resultados do projeto QAME.
  • Usaria-se o perfSONAR como arcabouço para o monitoramento dos circuitos a serem criados.

Dados os resultados desse projeto, em 2011, nasceu o Serviço Experimental CIPÓ, o qual tinha como principal objetivo ser o provedor de infraestrutura avançada e de serviços de comunicação e colaboração para organizações usuárias.

Serviço Experimental CIPÓ

O Serviço Experimental CIPÓ é um novo serviço experimental provido atravéd do backbone da rede IPÊ. Este serviço visa oferecer a aos usuários da RNP uma rede híbrida, com serviços de
comutação de pacotes (rede IP tradicional) e de aprovisionamento dinâmico de circuitos. Uma rede híbrida é uma rede que, além dos serviços de comutação de pacotes IP, também oferece serviços baseados em circuitos. O aprovisionamento dinâmicos de circuitos é uma funcionalidade que tipicamente as redes avançadas buscam implementar em suas redes usando alguma forma de automação para o esse processo.

A principal idéia é que um usuário poderá solicitar, entre um ponto A e um ponto B, o agendamento de um circuito, cancelamento e verificação do circuito, através de uma interface web, de acordo com políticas estabelecidas para o serviço. Para isso, é usada uma rede sobreposta (overlay) implementada usando os enlaces do backbone, porém isolada da rede produção. Essa rede é criada usando funcionalidades de roteadores virtuais (Virtual Router) presentes nos roteadores Juniper presentes no backbone. Nas redes dos PoPs da RNP, redes metropolitanas e instituições, é usada a proposta de um controlador externo usando a tecnologia Dragon baseado em MPLS, responsável por configurar e gerenciar a malha de switches.

Premissas do Serviço Experimental CIPÓ

  • Ser simples de implantar e operar, sob a perspectiva dos operadores dos PoPs, pesquisadores e demais membros envolvidos na rede.
  • Não deverá requerer a implantação de um conjunto de ferramentas ou processos que precisem de grandes investimentos ou recursos humanos para sua operação.
  • Ajudar na estimativa de custos e o padrão de uso da sua operação, e indicar futuros refinamentos da infra-estrutura do backbone, PoPs e instituições parceiras para que seja possível o uso deste tipo de serviço em produção.

Restrições do Serviço Experimental CIPÓ

  • A RNP irá fornecer os equipamentos necessários (servidores e switches) para executar as ferramentas recomendadas para o serviço experimental e separar o tráfego de produção, aos PoPs e instituições que participarão do SE-CIPÓ.
  • Deverá ser definido uma faixa de utilização da banda no backbone, entre este e os PoPs e entre as instituições, de forma a não impactar o tráfego de produção.
  • Os circuitos criados no SE-CIPÓ, poderão ser destruídos pelos operadores do serviço em caso de necessidade de manutenção das aplicações ou caso se detecte algum problema na rede de produção.
  • O SE-CIPÓ não fornecerá redundância.
  • Os usuários do SE-CIPÓ deverão aderir ao serviço, aceitando essas restrições.

Casos de Uso do Serviço Experimental CIPÓ

Visando o melhor entendimento dos requisitos do serviço experimental, alguns casos de uso que representam cenários de conectividade específicos para a ferramenta de aprovisionamento de circuitos dinâmicos, dentro do contexto do backbone RNP, devem ser elaborados e testados durante a fase experimental do novo serviço:

  • Caso de uso 1 - Pesquisadores conectando-se dentro do mesmo campus
  • Caso de uso 2 - Pesquisadores conectando-se dentro do mesmo PoP da RNP
  • Caso de uso 3 - Pesquisadores conectando-se através de diferentes PoPs da RNP
  • Caso de uso 4 - Pesquisador conecta-se a outro pesquisador usuário de outra rede
  • Caso de uso 5 - Pesquisadores dentro de redes distintas

Objetivos do Serviço Experimental CIPÓ

Os principais objetivos do que eram esperados desse projeto eram:

  1. Implantação da rede experimental no backbone da rede IPÊ e em pelo menos 15 localidades.
  2. Solução de monitoramento da rede testada e aprovada pela Engenharia.
  3. Documentação técnica do uso e operação da rede.
  4. Treinamento de usuários finais e de Operações da RNP.
  5. Atividades de disseminação sobre o serviço experimental.

Nessa fase, já se previa os seguintes objetivos para 2012:

  1. Interconectar a rede experimental com pelo menos duas iniciativas internacionais.
  2. Implantar pelo menos 5 grupos de trabalho de P&D para uso desse ambiente.

Principais Atividades Previstas para o Serviço Experimental CIPÓ

  1. Especificação dos pontos do serviço experimental
  2. Implantação do serviço no backbone
  3. Testes do serviço de aprovisionamento
  4. Implantação em PoPs
  5. Implantação  nos usuários
  6. Preparação do material de  capacitação
  7. Capacitação de usuários e operação
  8. Finalização do projeto

Indicadores de Desempenho do Serviço Experimental CIPÓ

Alguns indicadores de desempenho foram criados no início do projeto para se avaliar seu resultado:

  1. Percentual de grupos de trabalho de P&D bem-sucedidos.
  2. Número de iniciativas de desenvolvimento tecnológico com colaboração internacional.
  3. Pelo menos quatro PoPs da RNP deverão participar da da infra-estrutura de circuitos dinâmicos, operando de forma a testar os diversos cenários propostos.
  4. Pelo menos duas instituições de ensino e pesquisa deverão adotar uma rede de circuitos dinâmicos que opere junto ao serviço experimental Cipo.
  5. O SE-Cipo deverá operar em conjunto com pelo menos uma rede de circuitos independentes e uma operada por grupos parceiros internacionais, preferencialmente usando tecnologias diferentes da adotada pelo serviço.

Gestores do Serviço Experimental CIPÓ

O Sponsor desse projeto foi Michael A. Stanton, o qual foi gerido inicialmente por Iara Machado. Ao longo do projeto, esse projeto foi transferido a Gerência de Redes Experimentais (GRE) da RNP, a qual é presidida por Alex Moura. O responsável pela coordenação do projeto é Fausto Vetter.

Resultados do Serviço Experimental CIPÓ

Para desenvolvimento do serviço experimental, foram contratados 4 grupos de trabalho: Implantação no Backbone da rede IPÊ, Ferramentas de Visualização e Gerenciamento, Monitoramento e Suporte ao Usuário. O principal objetivo desses grupos de trabalho era desenvolver o serviço baseado nas soluções escolhidas: OSCARS e DRAGON para aprivisionamento de circuitos e perfSONAR para monitoramento.

Além do desenvolvimento do serviço, alguns PoPs da RNP entraram como colaboradores do projeto para a implantação desse novo serviço experimental.

Resultados dos Grupos de Trabalho

Implantação no Backbone da rede IPÊ

Coordenador: José Ferreira de Rezende

Equipe: Marcel William Rocha da Silva e Victor Mariano Lessa

Colaboradores: Marcel Rodrigues de Faria (RNP)

Atividades Propostas

  1. Testes em laboratório da solução OSCARS para roteadores Juniper
  2. Implantação da solução OSCARS no backbone da rede Ipê

Resultados Alcançados

  1. OSCARS implantado no backbone da rede Ipê (https://oscars.cipo.rnp.br:8443/OSCARS)
  2. Estavelecimento do peering com a Ampath
  3. demonstração de criação de circuitos inter-domínio durante o evento GLIF no Rio de Janeiro

Justificativas/Comentários

A solução OSCARS foi implantada numa rede sobreposta composta por roteadores virtuais executados nos dispositivos Juniper do backbone da rede Ipê.

Ferramentas de Visualização e Gerenciamento

Coordenador: Lisandro Zambenedetti Granville, Luciano Paschoal Gaspary e Sidney Cunha de Lucena

Equipe: Felipe Ávila Nesello, Leonardo Roveda Faganello, Luís Armando Bianchin, Pietro Facchini Biasuz, Anna Graciela Furtado Cruz

Colaboradores:

Atividades Propostas

  1. Projeto e implementação das interfaces Web do sistema.
  2. Projeto e implementação de suporte à visualização de topologia.
  3. Projeto e implementação de suporte à interação entre humanos.
  4. Discussão com equipe de comunicação da RNP sobre nome e identidade visual do sistema de gerenciamento (atividade a ser executada em parceria com a RNP).
  5. Projeto e implementação de skin para materializar design gráfico do sistema.
  6. Determinação do grau de descentralização do sistema e local(is) de instalação.
  7. Instalação tanto do sistema quanto de mecanismos para assegurar confiabilidade e segurança.
  8. Configuração inicial de perfis e usuários.
  9. Acompanhamento permanente de uso do sistema pelos usuários.
  10. Confecção de material didático para uso do serviço, considerando dois perfis de usuário: administrador de rede e usuário final.

Resultados Alcançados

  1. Interface Web do sistema projetada e implementada.
  2. Topologia visualizável em um mashup do GoogleMaps.
  3. Suporte a diversos perfis de usuários.
  4. Setup do sistema definido: uma única instância do MEICAN irá controlar todas as instâncias de OSCARS da RNP e POPs e Instituições.
  5. MEICAN instalado em http://meican.cipo.rnp.br
  6. Material didático confeccionado para uso do serviço, considerando dois perfis de usuário: administrador de rede e usuário final.
  7. Implementação de protótipo de ferramenta de weathermap para DCN.

Justificativas/Comentários

O sistema MEICAN está operacional no endereço disponibilizado acima. No momento, somente está sendo realizada a comunicação com o OSCARS que opera no backbone da RNP (https://oscars.cipo.rnp.br:8443/OSCARS) e com o OSCARS do POD da UFRGS. Na continuação do projeto, planeja-se realizar a comunicação do sistema com todos os PoPs e instituições, assim que a instalação de cada um deles esteja concluída e o peering com o backbone esteja completo. À medida que os domínios serão cadastrados no sistema, seus usuários serão criados, tanto para o perfil de administrador do domínio quanto para o usuário cliente de determinado domínio. A ferramenta de weathermap para DCN objetiva permitir uma visão panorâmica do funcionamento da DCN e servir de portal de entrada para os dados de monitoramento. A versão atual já consegue listar os circuitos ativos ou pendentes, mostrar as respectivas informações de reserva e exibir a rota do circuito sobre um mapa do Google. Esta versão será em breve instalada na VM usada pelo serviço de monitoramento do SE-Cipó, de maneira a facilitar o acesso às bases RRDs de monitoramento dos circuitos para exibir as mesmas.

Monitoramento

Coordenador: Edison Tadeu Lopes Melo

Equipe: Guilherme Eliseu Rhoden, Herbert Monteiro, Murilo Vetter

Colaboradores:

Atividades Propostas

  1. Planejamento e detalhamento das atividades
    1. Definição do ambiente de monitoração adequando a topologia da rede experimental
    2. Levantamento dos requisitos de  hardware e software para ambiente de monitoração
  2. Instalação e customização dos componentes básicos do perfSONAR
    1. Instalação e configuração do Serviço de Lookup (LS)
    2. Instalação e configuração do Serviço de Topologia (TS)
    3. Documentação
  3. Instalação e Customização do SNMP-Status-MA
    1. Instalação, configuração e customização do Coletor
    2. Desenvolvimento de Scripts de monitoração de VLANs para Switches CISCO  (telnet e SNMP)
    3. Melhorias dos Scripts de monitoração de VLANs para Switches Extreme (telnet e SNMP)
    4. Desenvolvimento de Scripts de monitoração para os equipamentos Juniper (SNMP)
    5. Configuração do coletor para todos os PoDs da rede de Circuitos (UFPA, USP, UFSC, UFRGS ou UECE), (PoP-PA, PoP-SC, PoP-RS, PoP-SP, Rede Giga), REMEP-FLN, MetroBel
    6. Documentação
  4. Instalação e Customização do E2EMonitoring System (WEB)
    1. Instalação, configuração e customização do software E2EMonitoring System e pré-requisitos
    2. Customização do gerador de alertas por e-mail
    3. Documentação
  5. Integração com Oscars e/ou perfSONAR TS
    1. Avaliar os logs de configuração gerados pelo Oscars para automatizar o processo de monitoração
    2. Avaliar o serviço TS para automatizar o processo de monitoração
    3. Implementar e testar o agente de automatização do monitoramento
    4. Documentação
  6. Instalação e Customização de serviço de Syslog e Console
    1. Adaptação na ferramenta de Console de Logs desenvolvida no PoP-SC
    2. Inclusão dos logs do Oscars/Dragon
    3. Visualização das traps SNMP do E2EMon na console
    4. Documentação
  7. Integração Meican
    1. Avaliar a configuração dos agentes de monitoramento através do Meican/UFRGS
    2. Implementar em conjunto com a UFRGS a configuração dos agentes coletores de monitoração para o E2EMon
    3. Documentação
  8. Monitoramento da Infraestrutura (VLSRs, Switches, etc)
    1. Instalação, Configuração e Adaptação de ferramenta para  monitoramento da infraestrura da rede de experimental
    2. Documentação
  9. Relatório final do serviço experimental
    1. Entregar para a RNP um relatório resumo dos serviços executados e avaliação para uso no serviço de produção, além de indicativos do uso do serviço de circuitos e monitoramento.
  10. Curso SCI
    1. Preparação do material  "Redes Hibridas / Monitoração de circuitos"
    2. Elaboração do Laboratório
    3. Criação das VMs
  11. 11 GLIF
    1. Monitoramento dos experimentos intra-domínio

Resultados Alcançados

  1. Planejamento e detalhamento das atividades
    1. Definição do ambiente de monitoração adequando a topologia da rede experimental
      Status: ok
      OBS: 1 VM de Monitoramento por domínio
    2. Levantamento dos requisitos de  hardware e software para ambiente de monitoração
      Status: ok
      OBS: 1 Host físico para virtualizar - 1 VM Monitoramento, 1 VM OSCARS, n x VM VLSR, 1 VM NARB, 1 VM (hLS e TS)
  2. Instalação e customização dos componentes básicos do perfSONAR        
    1. Instalação e configuração do Serviço de Lookup (LS) 
      Status: ok 
      OBS: VM com os 2 serviços (hLS, e TS) disponibilizado em máquina na UNIFACS
    2. Instalação e configuração do Serviço de Topologia (TS)   
      Status: ok   
      OBS: -
    3. Documentação 
      Status: ok  
      OBS: wiki.rnp.br - Atualizar documentação após definição da interconexão dos domínios
  3. Instalação e Customização do SNMP-Status-MA        
    1. Instalação, configuração e customização do Coletor 
      Status: ok   
      OBS: Coletor pronto para  monitoração de portas físicas  (Cisco, Extreme). Coletor refeito com suporte a CISCO, EXTREME e Juniper
    2. Desenvolvimento de Scripts de monitoração de VLANs para Switches CISCO  (telnet e SNMP)  
      Status: ok  
      OBS: Desenvolvido em Perl
    3. Melhorias dos Scripts de monitoração de VLANs para Switches Extreme (telnet e SNMP)   
      Status: ok  
      OBS: Desenvolvido em Perl
    4. Desenvolvimento de Scripts de monitoração para os equipamentos Juniper (SNMP)  
      Status: ok  
      OBS: Desenvolvido em Perl
    5. Configuração do coletor para todos os PoDs da rede de Circuitos (UFPA, USP, UFSC, UFRGS ou UECE), (PoP-PA, PoP-SC, PoP-RS, PoP-SP, Rede Giga), REMEP-FLN, MetroBel   
      Status: ok   
      OBS: Disponibilizados  a VM com o ambiente e  guias de configuração. Em processo de homologação no ambiente local.
    6. Documentação   
      Status: ok   
      OBS: Guia de instalação e configuração do ambiente através de VM-Moncircuitos ou passo-a-passo
  4. Instalação e Customização do E2EMonitoring System (WEB)        
    1. Instalação, configuração e customização do software E2EMonitoring System e pré-requisitos   
      Status: ok   
      OBS: Versão 2.2 disponibilizada pela DFN. 2 serviços: Um para visualização do estado atual do circuito e um para visualização do histórico
    2. Customização do gerador de alertas por e-mail  
      Status: ok   
      OBS: Préinstalado na VM de monitoramento
    3. Documentação  
      Status: ok   
      OBS: Guia de instalação e configuração do ambiente através de VM-Moncircuitos ou passo-a-passo
  5. Integração com Oscars e/ou perfSONAR TS        
    1. Avaliar os logs de configuração gerados pelo Oscars para automatizar o processo de monitoração   
      Status: ok  
      OBS: Oscars versão 0.5.x: utliza os logs do Oscars para monitorar o ciclo de vida do circuito. API do oscars
    2. Avaliar o serviço TS para automatizar o processo de monitoração   
      Status: ok   
      OBS: No TS não tem todas as informações ex. Comunidade SNMP p/ monitoração
    3. Implementar e testar o agente de automatização do monitoramento   
      Status: ok   
      OBS: Monitora o ciclo de vida do circuito. Status, utilização, erros e descartes. Dados disponibilizados através de interface perfSONAR (RRD-MA, status-MA) e E2EMon-MA
    4. Documentação   
      Status: ok   
      OBS: Guia de instalação e configuração do ambiente através da VM-Moncircuitos ou passo-a-passo. Código documentado
  6. Instalação e Customização de serviço de Syslog e Console        
    1. Adaptação na ferramenta de Console de Logs desenvolvida no PoP-SC   
      Status: ok   
      OBS: Incluido na VM de monitoramento
    2. Inclusão dos logs do Oscars/Dragon   
      Status: ok   
      OBS: -
    3. Visualização das traps SNMP do E2EMon na console   
      Status: ok   
      OBS: -
    4. Documentação  
      Status: ok   
      OBS: Guia de instalação e configuração do ambiente através de VM-Moncircuitos ou passo-a-passo. Código documentado
  7. Integração Meican         
    1. Avaliar a configuração dos agentes de monitoramento através do Meican/UFRGS   
      Status: <50%   
      OBS: Integração via serviços do perfSONAR
    2. Implementar em conjunto com a UFRGS a configuração dos agentes coletores de monitoração para o E2EMon   
      Status: <50%   
      OBS: -
    3. Documentação   
      Status: <50%   
      OBS: -
  8. Monitoramento da Infraestrutura (VLSRs, Switches, etc)        
    1. Instalação, Configuração e Adaptação de ferramenta para  monitoramento da infraestrura da rede de experimental   
      Status: <50%   
      OBS: Dispositivos físicos monitorados via Smokeping. Configuração automatizada. Nagios deverá ser utilizado para complementar a monitoração
    2. Documentação   
      Status: <50%   
      OBS: -
  9. Relatório final do serviço experimental
    1. Entregar para a RNP um relatório resumo dos serviços executados e avaliação para uso no serviço de produção, além de indicativos do uso do serviço de circuitos e monitoramento.
      Status: <10%   
      OBS: -
  10. Curso SCI        
    1. Preparação do material  "Redes Hibridas / Monitoração de circuitos"   
      Status: ok   
      OBS: -
    2. Elaboração do Laboratório   
      Status: ok  
      OBS: -
    3. Criação das VMs   
      Status: ok   
      OBS: -
  11. 11 GLIF
    1. Monitoramento dos experimentos intra-domínio  
      Status: ok   
      OBS: -

Justificativas/Comentários

O projeto de monitotamento proposto foi praticamente entregue no prazo, faltando homologar o ambiente e integrá-lo com as outras ferramentas da infraestrutura, atividades propostas para o ano de 2012 sendo que há o pré-requisito de ter pelo menos dois PODs implantados para fazer todos os testes de homologação necessário para o ambiente de monitoração de circuitos multi-domínio.

A parte de desenvolvimento está praticamente pronta, devendo haver possíveis problemas de implementação que vão surgir conforme a fase de homologação ser executada.

Suporte ao Usuário

Coordenador: Antonio J. G. Abelém

Equipe: Fernando Farias

Colaboradores:

Atividades Propostas

1. Organizar documentação de auxilio na wiki.
2. Criar os manuais de auxilio a usuário e aos técnicos   

Resultados Alcançados

1. A criação de uma área para comportar todos os manuais
2. O desenvolvimento de um roteiro para instalação do DRAGON
3. O desenvolvimento de um roteiro para instalação do OSCARS
4. Instalação e configuração do PoD-RJ para a demostração na conferência do GLIF.
5. Instalação e configuração do PoD-PA

Justificativas/Comentários

O site de auxilio ao usuário e técnicos ainda está em desenvolvimento. A medida que cada grupo vai terminando suas atividades os mesmo devem criar uma sessão no wiki descrevendo-as e informando a melhor maneira de utiliza-lá, caso a atividade gere uma ferramenta. 

Resultados das Implantações do Serviço Experimental CIPÓ

Fase 1

PoP-PA, Metrobel e UFPA

Colaborador: Antônio J. G. Abelem, Nelson Brandão, Marcelo Freitas e Fernando Farias

Atividades Propostas
  1. Definir topologia da rede.
  2. Desenhar diagramas da topologia.
  3. Definir endereçamento dos dispositivos e máquinas virtuais.
  4. Estabelecer conexão entre os PODs PoP-PA/METROBEL e RNP.
  5. Estabelecer conexão entre os PODs PoP-PA/METROBEL e UFPA.
Resultados Alcançados
  1. Definição da arquitetura proposta para o Domínio PoP-PA/METROBEL
  2. Definição das interconexões entre o PODs: PoP-SC/METROBEL, UFPA e RNR
  3. Instalação e Configuração dos VLSRs + NARB + Dragon + OSCAR do Domínio PoP-PA 
  4. Instalação e Configuração dos VLSRs + NARB + Dragon + OSCAR do Domínio UFPA
  5. Testes e validação intra-domínio do POD PoP-PA utilizando o Dragon e o OSCARs.
Justificativas/Comentários

PoD da PoP-PA teve uma atraso por conta da definição da arquitetura que será adotada para suportar os backbone da METROBEL e UFPA. Além disso, não haviam pessoas especializadas que pudessem ajudar na fase de implantação do PoD-PA. Após o SCI 2011 foram treinados o Técnicos Nelson Brandão (PoP-PA) e Marcelo Freitas (UFPA), que permitiu a absorvição dos mesmo ao projeto. O backbone do PoP-PA será baseado em Q-in-Q, no entanto há uma limitação física dessa tecnologia para os switches do fabricante extreme que precisa ser contornada. Por enquanto, só há uma nó no PoD - PoP-PA que irá se interconectado com o backbone, quando estas configurações estiverem disponíveis.       

PoP-SC, Remep-FLN e UFSC

Colaborador: Edison Tadeu Lopes Melo, Guilherme Eliseu Rhoden, Murilo Vetter

Atividades Propostas
  1. Definir topologia da rede.
  2. Desenhar diagramas da topologia.
  3. Definir endereçamento dos dispositivos e máquinas virtuais.
  4. Estabelecer conexão entre os PODs PoP-SC/REMEP e RNP.
  5. Estabelecer conexão entre os PODs PoP-SC/REMEP e UFSC.
Resultados Alcançados
  1. Definição da arquitetura proposta para o Domínio PoP-SC/REMEP
  2. Definição das interconexões entre o PODs: PoP-SC/REMEP, UFSC e RNP
  3. Instalação e Configuração do Domínio PoP-SC/REMEP (instalação e configuração dos VLSRs + NARB + Dragon + OSCARs)
  4. Testes e validação intra-domínio do POD PoP-SC/REMEP utilizando o Dragon e o OSCARs.
Justificativas/Comentários

No domínio do PoP-SC/REMEP está se utilizando 5 switches, sendo que 1 deles é o switch do projeto que está sendo utilizado não somente para o domínio em si, mas também para realizar as conexões multi-domínio com a RNP e UFSC. Os outros 4 switches são switches de produção da REMEP, que para fazer funcionar com o VLSR o mesmo teve que ser adaptado para funcionar com os modelos dos equipamentos da REMEP. O domínio da UFSC será instalado logo em seguida que a conexão multi-domínio com a RNP for estabelecida. Os circuitos intra-domínio (POD PoP-SC/REMEP) já estão sendo estabelecidos através da ferramenta OSCARs.

PoP-RS e UFRGS

Colaborador: Leandro Bertholdo, Eduardo Ariel Bergmann e Felipe Ávila Nesello

Atividades Propostas
  1. Definir topologia da rede.
  2. Desenhar diagramas da topologia.
  3. Definir endereçamento dos dispositivos e máquinas virtuais.
  4. Estabelecer conexão entre os PODs PoP-RS e UFRGS.
Resultados Alcançados
  1. Configuração dos dispositivos Cisco e Extreme.
  2. Instalação e configuração do componente VLSR no POD PoP-RS.
  3. Instalação e configuração do componente VLSR no POD UFRGS.
  4. Instalação e configuração da ferramenta OSCARS no POD UFRGS.
  5. Testes e validação intra-domínio do POD UFRGS.
  6. Comunicação do POD UFRGS com o sistema MEICAN.
Justificativas/Comentários

Os switches Cisco e Extreme foram configurados para o estabelecimento de circuitos dinâmicos. O switch Cisco Catalyst 3560e ficará no POD PoP-RS, enquanto que o switch Extreme Summit X450e ficará no POD UFRGS. O componente VLSR do conjunto DRAGON foi instalado e configurado em ambos os PODs. O POD UFRGS já está funcional para testes intra-domínio, com a ferramenta OSCARS operacional e realizando comunicação com o sistema MEICAN. O POD UFRGS, composto de um servidor e um switch, no momento está localizado dentro do PoP-RS, sendo que, na continuação do projeto, o mesmo será transferido para a UFRGS. Após a transferência desse POD, a comunicação entre eles ocorrerá através de Q-in-Q, ficando no aguardo de possíveis melhorias na infraestrutura da rede para garantir o QoS até o ponto final.

PoP-SP e USP

Colaborador: Edson Monteiro (Boni), André Bergamo, Wagner Pereira, Rogério Mendonça

Atividades Propostas

1. Definir topologia da rede.
2. Desenhar diagramas da topologia.
3. Definir endereçamento dos dispositivos e máquinas virtuais.
4. Estabelecer conexão entre os PODs PoP-SP e USP.

Resultados Alcançados

1. Configuração do switch Extreme.
2. Instalação e configuração do componente VLSR no POD PoP-SP
3. Instalação da ferramenta OSCARS e NARB no POD PoP-SP

Justificativas/Comentários

O ano de 2011 terminou com o POD PoP-SP composto por 1 switch Extreme e 1 servidor (originalmente eram dois switches, o Extreme e um Cisco, além de dois servidores). Um dos servidores apresentou falha, que está sendo tratada. O switch Cisco foi requisitado pela GER da RNP, mas deverá ser devolvido para o POD PoP-SP. Prosseguimos a instalação adaptando o cenário para um equipamento de rede (Extreme) e um servidor virtualizado. A instalação dos componentes foi bem sucedida, seguindo a documentação da Wiki da RNP, porém não foi possível estabelecer os circuitos intra-domínio. O cenário definitivo do POD PoP-SP seguirá o proposto pela documentação da RNP.

PoP-RJ

Colaborador: Fábio Rosa

Atividades Propostas

1. Definir topologia da rede.
2. Desenhar diagramas da topologia.
3. Definir endereçamento dos dispositivos e máquinas virtuais.
4. Estabelecer conexão entre os PODs PoP-SP e USP.

Resultados Alcançados

Não conseguiu se progredir no ano de 2011 com o PoP-RJ.

Justificativas/Comentários

O PoP-RJ teve dificuldades em participar no projeto dada outras demandas internas.

Fase 2

A fase 2 do projeto previa as seguintes implantações:

  • PoP-ES, PoP-BA e PoP-CE.
  • Laboratórios dos usuários participantes do serviço experimental.
  • Instituições onde encontrarmos usuários interessados em participar que estejam conectados nos PoPs acima.

Devido ao atraso do andamento das atividades de desenvolvimento e documentação, essa fase do projeto foi abordada e deverá ser revista em projetos futuros.

Resultados de Atividades de Disseminação e Demonstrações

GLIF

Durante o encontro internacional GLIF 2011 - 11th Annual Global LambdaGrid Workshop – no dia 13/9, na sessão de demonstrações, foi apresentado pelos pesquisadores Lisandro Granville (UFGRS) e José Rezende (UFRJ) juntamente com suas respectivas equipes, o aprovisionamento dinâmico de circuitos (lightpaths) entre instituções usuárias da RNP no Brasil e da Internet2 nos EUA, demonstrand a interoperação de seus respectivos Serviço Experimental Cipó (pre-produção) e ION (produção) de aprovisionamento dinâmico de circuitos sob demanda. 

Curso aos Usuários durante o SCI 2011

Na edição de 2011 do Seminário de Capacitação e Inovação (SCI) da RNP foi realizado o curso "Rede Híbrida: implementação da arquitetura e uso de circuitos dinâmicos". O curso teve carga horária de 27 horas, a mesma adotada nos cursos do SCI, e foi ministrado por Sidney Lucena (UNIRIO), com auxílio de Felipe Nesello (UFRGS) e Murilo Vetter (PoP-SC). Estes três também foram responsáveis pela elaboração do curso, acrescido do auxílio de Leonardo Faganello (UFRGS). O curso teve viés teórico e prático, no qual foi utilizado um laboratório montado no PoP-RJ para acesso remoto. Este laboratório contou com 4 PODs, cada qual formado por um servidor Dell e dois switches, um Cisco e um Extreme. Contou também com um servidor e um switch centrais para interligação dos PODs e ligação do laboratório com a Internet, via rede do PoP-RJ. Todos os equipamentos usados neste laboratório foram provenientes dos laboratórios montados durante o projeto de RedeH. Cada POD foi configurado para se comportar como um domínio, sendo que a interligação dos mesmos foi emulada usando túneis QinQ. A turma foi portanto organizada em 4 grupos, onde cada grupo cuidou da configuração de um domínio, o que incluiu a configuração dos túneis QinQ para interligação dos domínios. Os servidores dos PODs tiveram todos os softwares necessários ao laboratório pré-instalados e separados em máquinas virtuais, de acordo com suas características funcionais. Seguindo a mesma estratégia, todos os switches foram pré-configurados para possibilitar a conectividade básica necessária.

Assim que anunciado, houve bastante procura pelo curso, tendo as vagas esgotadas já no primeiro dia de inscrição. O número de vagas, inicialmente previsto para 16, foi aumentado para 24, ainda assim muitos ficaram na lista de espera. Desta forma, cada grupo relacionado a um POD contou com 6 integrantes. A maioria dos alunos era formada por técnicos dos PoPs, mas também houve alunos ligados a instituições clientes e a laboratórios de pesquisa que serão usuários desta tecnologia.

O curso contou com a seguinte organização em termos de ementa:

  • 2a feira (6 horas): Introdução teórica sobre redes híbridas e Tecnologias para DCN, apresentação da estrutura de laboratório, configuração do QinQ.
  • 3a feira (6 horas): Introdução teórica sobre DRAGON, explicação das configurações necessárias ao DRAGON, prática de laboratório intradomínio com DRAGON e introdução teórica sobre OSCARS.
  • 4a feira (6 horas): Explicação das configurações necessárias ao OSCARS, prática de laboratório intradomínio e interdomínio com OSCARS, e introdução teórica sobre MEICAN.
  • 5a feira (6 horas): Prática de laboratório interdomínio usando MEICAN e introdução teórica sobre monitoramento (não houve prática de monitoramento).
  • 6a feira (3 horas): Apresentação sobre o histórico de trabalhos do Futura RNP, sobre o Serviço Experimental Cipó e perspectiva futuras.

A seção prática ligada ao DRAGON foi ministrada por Murilo Vetter, assim como o módulo sobre monitoramento. A seção prática ligada ao OSCARS foi ministrada por Felipe Nesello, assim como o módulo sobre MEICAN.

Ao final do curso, houve um entendimento consensual de que o resultado foi bom. Com relação ao que havia sido planejado, todos as metas foram atingidas do ponto de vista teórico e prático, a exceção de duas: (i) não foi possível verificar as soluções para proteção de circuito sendo aplicadas pelo DRAGON na configuração dos switches; (ii) não foi possível realizar uma prática de monitoramento devido a um problema na pré-configuração dos PODs. Entretanto, conforme as avaliações on-line realizadas pelos alunos, tais entraves tiveram pouco impacto na satisfação geral do curso. Numa escala contendo os graus "muito satisfeito", "satisfeito", "insatisfeito" e "muito insatisfeito", o curso recebeu graus "satisfeito" e "muito satisfeito" de quase a totalidade dos alunos - apenas um aluno declarou ter ficado "insatisfeito". A maioria das observações foram elogiosas, tendo ficado apenas uma crítica relacionada à preparação do laboratório e algum tipo de nivelamento a ser passado previamente, de maneira a tornar as práticas mais proveitosas para os alunos. Cabe ressaltar que esta foi a primeira realização de um curso sobre redes híbridas na RNP, sendo portanto um evento piloto com vistas a um processo de treinamento para a comunidade usuária.

Conclusão

O serviço experimental CIPÓ foi considerado bem sucedido, mesmo não tendo conseguido uma abrangência grande nesta fase. Os componentes ainda precisam de melhoramento que será realizado em fases posteriores. As atividades de disseminação foram bem aceitas pela comunidade de potenciais usuários.

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