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Conceitos básicos do serviço

O que é o compute@RNP

Serviço de computação elástica em nuvem, que permite o usuário:

  • Criar e gerenciar instâncias de máquinas virtuais com suporte a diversos sistemas operacionais;
  • Criar e gerenciar redes virtuais e serviços de rede como firewall, balanceamento de carga e outros;
  • Criar e gerenciar discos virtuais para o armazenamento de dados bruto;
  • Interagir e utilizar o serviço por meio do portal Web, API e CLI (Cloudmonkey);
  • Criar e gerenciar projetos, sendo possível compartilhar recursos entre os usuários do serviço;
  • Alterar as características do hardware da máquina virtual sob demanda;
  • Criar e gerenciar templates próprios, bem como utilizar os disponibilizados pelo serviço;
  • Criar grupos de afinidade para aumentar a tolerância a falhas das máquinas virtuais dentro do serviço.

Algumas características

  • O serviço é suportado pelo Apache CloudStack, que é um projeto top-level da Apache Software Foundation (ASF), possui o código aberto e fornece uma plataforma de orquestração de nuvem aberta e flexível. Além disso, o serviço também é composto pelo Hypervisor XenServer 6.5, que também possui o código aberto e fornece a camada de virtualização e abstração do hardware físico.

  • O serviço permite o total controle dos recursos computacionais pelo usuário, garantindo total flexibilidade para executar diversos tipos de workloads.
  • A arquitetura é escalável e de alta disponibilidade.

Ofertas de Serviço

Ofertas de processamento

  • Família de instância - A qual família no serviço Compute a oferta faz parte;
  • Nome da instância - Define o nome da oferta dentro do serviço Compute;
  • vCPU - Número de CPUs virtuais atribuídas a instância, uma vCPU corresponde a uma thread da CPU física, ou seja, duas vCPUs correspondem a um núcleo;
  • Velocidade - Velocidade, em Ghz, da vCPU da instância.
  • Memória - Quantidade de memória RAM alocada para a instância;
  • Armazenamento da instância - Quantidade de espaço em disco alocado para o sistema operacional da instância. Os discos do sistema são protegidos por meio de técnicas de redundância.
  • Desempenho de rede - Quantidade de banda agregada em todas as interfaces de rede (local e Internet) da instância.

Templates pré configurados: CentOS 7 Minimal, Ubuntu Server 14.04.3 32 bits, Ubuntu Server 14.04.3 62 bits e Windows Datacenter 2012 R2 64 bits EN.

Família de instânciasTipo da instânciavCPUVelocidadeMemória RAMArmazenamento da instânciaDesempenho de rede

 

 

Padrão

Extra Pequena11 Ghz512 MB25 GB300 Mb/s
Pequena11.4 Ghz1,5 GB25 GB300 Mb/s
Média21.8 Ghz3 GB25 GB600 Mb/s
Grande42.3 Ghz6 GB25 GB1000 Mb/s
Extra Grande62.3 Ghz12 GB25 GB1000 Mb/s

Para a utilização do template com o Windows Datacenter 2012 R2 64 bits EN é recomendado a utilização dos tipos de instância Média, Grande o Extra Grande, devido ao grande consumo de recursos computacionais pelo sistema operacional 

 

Ofertas de armazenamento

  • Família de instância - A qual família no serviço Compute a oferta faz parte;
  • Nome da instância - Define o nome da oferta dentro do serviço Compute;
  • Tipo de Armazenamento - Define qual a tecnologia de discos utilizada no sistema de storage onde o disco virtual estará armazenado;
  • Capacidade - Quantidade de espaço em disco bruto alocado.
Família de instânciasNome da instânciaTipo de ArmazenamentoCapacidade

 

 

 

 

 

Bloco

SAS - 10GBSAS10 GB
SAS - 25GBSAS25 GB
SAS - 50GBSAS50 GB
SAS - 100GBSAS100 GB
NL-SAS - 10GBNL-SAS10 GB
NL-SAS - 25GBNL-SAS25 GB
NL-SAS - 50GBNL-SAS50 GB
NL-SAS - 100GBNL-SAS100 GB
NL-SAS - 500GBNL-SAS500 GB
NL-SAS - 1TBNL-SAS1 TB
NL-SAS - 2TBNL-SAS2 TB

 

Limitações do Serviço

  • Não há replicação de dados entre Centro de Dados.
  • Não há backup off site.
  • Não serão realizadas cópias de segurança da Instância, e dos dados contidos nesta, porém o Participante pode realizar cópias de segurança por meio de ferramentas próprias e em servidores externos à Nuvem RNP.

Conceitos do serviço

Instância

Uma instância nada mais é que uma nova máquina virtual criada com base em um template ou ISO. O serviço compute@RNP fornece aos usuários total controle sobre o ciclo de vida de suas instâncias de máquina virtual na nuvem, desta forma é possível executar uma grande quantidade de operações de gestão, como iniciar, parar, migrar, alterar e destruir as instâncias, fornecendo flexibilidade para as necessidades do usuário do serviço. Além disso, os usuários podem agrupar suas instâncias com o objetivo de organizar seu catálogo de máquinas virtuais.

Grupos de afinidade

Ao definir um grupo de afinidade e atribuir uma instância de máquina virtual a este grupo o usuário diz para o serviço que as máquinas do mesmo grupo de afinidade devem ser executadas em hosts de virtualização separados, porém não é possível especificar em qual host de virtualização elas devem ser executadas.

Este recurso serve para garantir que duas máquinas virtuais não sejam executadas em um mesmo host de virtualização, isto aumenta a tolerância a falhas em determinadas arquiteturas de sistemas, pois, caso um host de virtualização venha a falhar, outro estará oferecendo o mesmo serviço, isto é ideal para hospedagem de websites ou aplicações web.

Storage

O serviço possui dois tipos de armazenamento, o primário e secundário. O primário é responsável por armazenar de forma segura, consistente e íntegra todos os volumes virtuais de todas as instâncias de máquinas virtuais, estejam elas em execução ou paradas.

Já o armazenamento secundário é o responsável por armazenar três tipos de dados:

  • Templates - Imagens de sistemas operacionais que podem ser utilizadas para instanciar novas máquinas virtuais e que possuem configurações adicionais, como softwares específicos pré instalados;
  • ISO - Imagens de discos que contém dados ou mídias de instalação de sistemas operacionais;
  • Snapshots - Cópias de volumes virtuais de instâncias de máquinas virtuais que podem ser utilizadas para recuperação de dados ou para a criação de novos templates.

Não há armazenamento efêmero no serviço, desta forma todos os volumes em todas as instâncias são persistentes.

Rede

No serviço compute@RNP as instâncias de máquinas virtuais se comunicam umas com as outras por meio de uma infraestrutura física de rede compartilhada, que é segregada logicamente para garantir a segurança e dar a percepção para o usuário de que ele está trafegando em uma rede privada. Para se comunicar com o mundo externo existe um componente chamado Virtual Router (VR) que faz a ponte entre a rede privada e outras redes públicas.

Além disso, o serviço oferece outras funções de rede de forma nativa, como:

  • Firewall;
  • Balanceamento de Carga;
  • Port Forwarding;
  • NAT;
  • VPC;
  • VPN;
  • DHCP.

Templates

Um template é uma imagem de disco virtual reutilizável, ele inclui um determinado sistema operacional instalado, pode possuir softwares adicionais, como aplicações de escritório, configurações, tais como o controle de acesso para determinar quem pode usar o template e outras mais necessários. Cada template está associado com um tipo particular de hypervisor, que é especificado quando o template é criado no serviço.

Domínio

No serviço compute@RNP as contas são agrupadas por domínios. Cada domínios contêm várias contas que têm alguma relação lógica entre si e um conjunto de administradores delegados com alguma autoridade sobre o domínio e seus subdomínios. Por exemplo, uma instituição com diversos institutos ou laboratórios pode criar um domínio para cada instituto/laboratório.

Projetos

Os projetos são usados para organizar usuários e recursos dentro do serviço compute@RNP, desta forma os usuários dentro de um único domínio podem agrupar-se em equipes dentro de um projeto para que eles possam colaborar e compartilhar recursos virtuais, como VMs, snapshots, discos virtuais, redes virtuais e outros.

Regiões

A região é a maior unidade organizacional disponível no serviço. A região é composta de várias zonas de disponibilidade, em que cada zona é aproximadamente equivalente a um datacenter. No serviço a divisão de região está relacionada a instituição que está provendo o serviço.

 

Requisitos de uso do serviço

Portal Web

O portal web do serviço compute@RNP deve ser compatível com qualquer navegador moderno, mas é possível que alguns navegadores não renderizem partes da interface de forma confiável dependendo de seu suporte de padrões web. Para melhores resultados, é recomendável um dos seguintes navegadores:

  • Internet Explorer versões 10 e 11;
  • Firefox versão 31 ou posterior;
  • Google Chrome versão 36.0.1985 ou posterior;
  • Safari 6 ou posterior.

API

Para utilizar a API não há nenhum requisito tecnológico específico, porém você deve ter o seguinte para começar:

  • URL do serviço que responde pela API;
  • A API Key e a Secret Key de sua conta. Isso deve ser gerado por você no portal;
  • Familiaridade com HTTP GET / POST e strings de consulta;
  • Conhecimento de XML ou JSON;
  • O conhecimento de uma linguagem de programação que pode gerar solicitações HTTP, por exemplo, Java ou PHP.

CLI (Cloudmonkey)

A CLI cloudmonkey é independente de plataforma e requer o Python 2.6 ou superior e tem as seguintes dependências:

  • readline;
  • solicitações;
  • pygments;
  • prettytable;
  • argcomplete.

Acesso ao serviço

Página principal do serviço

Acesse o endereço https://compute.rnp.br para acessar o serviço. Nesta página você poderá fazer o login para acessar os recursos disponíveis.

Acesso federado usando a comunidade acadêmica federada (CAFe)

Atenção

O acesso dos usuários deve ser feito utilizando a CAFe, salvo algumas exceções.

A liberação de acesso deverá ser solicitado ao service desk.

Todas as instituições que aderiram ao serviço compute@RNP devem acessar o serviço por meio da federação CAFe.

  1. Para se autenticar abra a lista de provedores de identidade:
  2. Selecione o provedor de identidade da sua instituição:
  3. Selecione o idioma desejado (caso deixado em branco o padrão será inglês):
  4. Pressione o botão Login:
  5. Você será redirecionado à pagina de autenticação do IdP da sua instituição, informe seu login e a senha usada na rede da instituição e pressione o botão "Login":
  6. Se o seu usuário possuir autorização para acessar o serviço, você será direcionado para o portal do serviço.

 

Acesso local não federado

Se seu usuário não faz parte da federação CAFe, use o método de acesso não federado com um usuário local conforme procedimento a seguir:

  1. Para se autenticar abra a lista de provedores de identidade:
  2. Selecione a autenticação local:
  3. Informe seu login, senha e domínio e pressione Login:
  4. Selecione o idioma desejado (caso deixado em branco o padrão será inglês):
  5. Se o seu usuário possuir autorização para acessar o serviço, você será direcionado para o portal do serviço.

Página inicial do serviço

Após efetuar o login, esta é a página inicial do serviço. Nela é possível navegar entre as diversas opções que o serviço oferece e que serão explicadas neste tópico.

Descrição básica da página Inicial

A imagem a seguir ilustra as principais funcionalidades da página inicial do serviço compute@RNP.

 

Principais recursos da página inicial

Menu de seleção de projetos

O menu de seleção de projetos permite ao usuário alternar entre os projetos que o mesmo participa ou acessar a sua visão padrão que dá acesso aos recursos da sua conta.

Menu de seleção de região

O menu de seleção de região permite ao usuário navegar entre as diferentes regiões que o serviço possui.

Menu de seleção de domínio

O menu de seleção de domínio permite ao usuário navegar entre os domínios que o mesmo faz parte dentro da mesma região.

Painel de notificações

O painel de notificações alerta ao usuário assim que alguma tarefa solicitada, como criar uma rede ou máquina virtual, seja finalizada com sucesso ou falha.

Menu do usuário

Permite ao usuário fazer o logout do serviço e acessar a página de ajuda.

Menu principal

O menu principal permite ao usuário acesso a todas as funcionalidades do serviço.

As opções são:

  • Dashboard - Leva o usuário a página inicial do serviço;
  • Instâncias - Leva o usuário para a página de criação e gerenciamento das instâncias de máquina virtual;
  • Grupos de afinidade - Leva o usuário para a página de criação e gerenciamento de grupos de afinidade;
  • Storage - Leva o usuário para a página de criação e gerenciamento de discos virtuais;
  • Rede - Leva o usuário para a página de criação e gerenciamento de redes virtuais;
  • Templates - Leva o usuário para a página de criação e gerenciamento dos templates;
  • Events - Leva o usuário para a página de visualização de eventos;
  • Projetos - Leva o usuário para a página de criação e gerenciamento de projetos;
  • Contas - Leva o usuário para a página de gerenciamento de sua conta;
  • Regiões - Leva o usuário para a página de visualização das regiões disponíveis.

Resumo sobre as VMs

Apresenta um resumo de todas as máquinas virtuais do usuário.

Painel de eventos

Apresenta as últimas quatro ações executadas pelo usuário e permite ao usuário acessar a página de registro de todos os eventos.

Resumo dos recursos de rede

Apresenta um resumo das redes virtuais do usuário e IPs públicos consumidos, e também permite ao usuário acessar a página de criação e gerenciamento de redes virtuais.

 

Como usar o serviço

Como criar uma instância de máquina virtual

Para criar uma instância de máquina virtual o usuário deve definir algumas características da máquina virtual, como sistema operacional, hardware virtual, rede na qual a mesma deve estar conectada e outras, para isto o usuário deve seguir os seguintes passos:

  1. No menu principal selecionar o item Instâncias:


  2. No canto superior direito pressionar o botão "Adicionar Instância":


  3. Será aberta uma tela onde serão determinadas as características da máquina virtual, a primeira delas é a seleção da zona de disponibilidade:


  4. Após selecionar a zona de disponibilidade, deve ser selecionado a forma de instalação do sistema operacional, que pode ser por meio de um template pré configurado ou uma instalação nova baseada em uma ISO:

    Caso seja selecionada a opção template, o usuário possui quatro opções, os templates próprios, os templates do provedor do serviço, os templates da comunidade e os templates compartilhado por outros usuários:

    Caso seja selecionada a opção ISO, o usuário também possui quatro opções, as ISOs particulares, as ISOs do provedor do serviço, as ISOs da comunidade e as ISOs compartilhadas por outros usuários:

    Após selecionar a ISO ou template desejado pressione o botão "Próximo" para continuar a configuração da máquina virtual.

  5. O próximo passo é a seleção das características do hardware desejado:

    Após selecionar o hardware desejado pressione o botão "Próximo" para continuar a configuração da máquina virtual.

  6. O próximo passo é a seleção do disco virtual de dados:


    A seleção de um disco de dados é opcional.


    Após a configuração do disco virtual pressione o botão "Próximo" para continuar a configuração da máquina virtual.


  7. O próximo passo é a configuração dos grupos de afinidade, caso o usuário não possua nenhum grupo de afinidade será apresentada uma mensagem de aviso que ele não possui nenhum grupo:

    Caso o usuário possua grupos de afinidade configurados, você pode selecionar qual grupo quer que a máquina virtual faça parte:

    Após a configuração dos grupos de afinidade pressione o botão "Próximo" para continuar a configuração da máquina virtual.

  8. O penúltimo passo é a configuração das características de rede da máquina virtual, caso deseje incluir esta máquina virtual em uma rede já existente, basta selecionar a rede que ela deve ser conectada:

    Também é possível criar uma nova rede isolada para esta máquina virtual, para isto basta selecionar a opção "Adicionar Rede", definir um nome para esta rede e selecionar a oferta de rede dentre as disponíveis:

    Após a configuração das configurações de rede pressione o botão "Próximo" para continuar a configuração da máquina virtual.

  9. No último passo da configuração da máquina virtual é possível definir o nome da máquina virtual, grupo e idioma do teclado que será configurado na máquina virtual:

    Ao adicionar o máquina virtual o usuário terá apenas uma visão agrupada na lista de máquinas virtuais, simplificando a visão quando o usuário possui muitas máquinas virtuais.


    Após a revisão das configurações da máquina virtual pressione o botão "Executar VM" para que a mesma seja criada:

  10. Após a criação da máquina virtual será aberta uma caixa de diálogo com a senha do administrador do sistema:

    Para sistemas operacionais Linux o usuário administrador é "root", para sistemas operacionais Windows o usuário administrador é "Administrator".

  11. Por fim a máquina virtual será apresentada na lista de máquinas virtuais do usuário:


Como gerenciar uma instância de máquina virtual

No gerenciamento de uma instância de máquina virtual o usuário pode executar ações como iniciar, parar, apagar, migrar e outras, para isto o usuário deve seguir os seguintes passos:

  1. No menu principal selecionar o item Instâncias:
  2. Na lista de máquinas virtuais do usuário, selecionar a máquina virtual desejada:
  3. Na aba "Detalhes", além de informações como o nome, estado, template utilizado, sistema operacional e oferta de computação, é possível executar uma série de ações:

    1. Parar a instância:
      1. Pressione o botão (Parar Instância).
      2. Confirme a operação:

        Caso a opção "Forçar Parada" seja selecionada a máquina virtual será desligada diretamente, desta forma os serviços em execução não serão parados da forma correta e dados poderão ser perdidos. Caso a opção não seja selecionada o sistema irá enviar um comando de desligamento para o sistema operacional que irá parar os serviços em execução e desligará a máquina corretamente.

    2. Reiniciar a instância
      1. Pressione o botão (Reiniciar Instância)
      2. Confirme a operação

    3. Tirar um snapshot da máquina virtual:
      1. Pressione o botão (Fazer Snapshot de VM).
      2. Preencha o nome e descrição do snapshot e selecione se deseja que seja feito o snapshot do conteúdo da memória RAM:

        O snapshot faz apenas uma cópia do disco ROOT, desta forma os discos extra de dados não serão salvos. Além disso, o snapshot da memória é opcional.

      3. Confirme a operação:

    4. Apagar a instância:
      1. Pressione o botão (Remover Instância).
      2. Confirme a operação:

        Caso a instância seja removida por acidente, o Administrador do domínio da sua instituição poderá restaurar sua máquina virtual até 24 horas após a remoção acidental.


    5. Reinstalar o sistema operacional:
      1. Pressione o botão (Reinstalar VM).
      2. Confirme a operação:

      3. Após a reinstalação uma nova senha para acessar a máquina será criada:

    6. Anexar uma imagem ISO (instalação de novo sistema operacional, instalação de softwares ou pacotes, etc):
      1. Pressione o botão (Anexar ISO).
      2. Selecione a ISO desejada:

      3. Confirme a operação:

      4. Após anexada a ISO o ícone é alterado e o nome da ISO anexada é apresentada nos detalhes da instância:
      5. Para remover a ISO anexada pressione o botão (Desplugar ISO).
      6. Confirme a operação:

    7. Recuperar a senha:
      1. Pare a instância.
      2. Pressione o botão (Recuperar Senha).
      3. Confirme a operação:
      4. Após a confirmação a nova senha é apresentada:
    8. Alterar a oferta de serviço:
      1. Pare a instância.
      2. Pressione o botão (Alterar oferta de serviço).
      3. Selecione a nova oferta de serviço a ser utilizada:

      4. Confirme a operação:

    9. Abrir o console da instância:
      1. Pressione o botão (Visualizar console).
      2. O console da máquina virtual será aberto em uma aba ou janela:
    10. Visualizar Discos:
      1. Pressione o link .
      2. Os discos da instância serão listados:
    11. Visualizar Snapshots:
      1. Pressione o link .
      2. Os snapshots da instância serão listados:

    12. Visualizar Grupos de Afinidade:
      1. Pressione o link .
      2. Os grupos de afinidade da instância serão listado:

  4. Caso a máquina virtual estiver parada, outras três operações são permitidas:

    1. Iniciar a instância - Inicia uma instância parada:
      1. Pressione o botão (Iniciar instância).
      2. Confirme a operação:

    2. Mudar grupo de afinidade:
      1. Pressione o botão (Mudar Afinidade).
      2. Selecione o grupo de afinidade desejado:
      3. Confirme a alteração do grupo de afinidade:

    3. Editar detalhes da instância:
      1. Pressione o botão (Editar).
      2. Edite os detalhes da máquina virtual :

        É possível editar apenas o nome apresentado na lista de máquinas virtuais, se a máquina virtual é dinamicamente escalável e o tipo de sistema operacional instalado.

      3. Confirme a alteração dos detalhes da máquina virtual:

  5. Na aba "Informações de Rede" além de informações como o nome da rede que a interface está conectada, tipo da rede, endereço IP, gateway, máscara de rede e informações sobre IPv6, é possível executar duas ações:

    1. Adicionar interface de rede.
      1. Pressione o botão .
      2. Selecione a rede virtual a qual a nova interface estará conectada:

        A nova interface não poderá ser conectada em uma rede virtual que já possui uma interface da mesma máquina virtual.

      3. Confirme a operação:
      4. A nova interface poderá ser visualizada na lista de interfaces da máquina virtual:
    2. Visualizar e/ou adicionar IPs secundários da interface
      1. Pressione o botão .
      2. Serão listados os IPs secundários já configurados na máquina virtual, além disso o usuário pode adicionar mais IPs secundários:

        1. Adicionar novo IP secundário:
          1. Pressione o botão .
          2. Digite o novo endereço IP secundário:
          3. Confirme a operação:

            O IP deve ser configurado manualmente na máquina virtual pelo usuário.

          4. O IP secundário poderá ser visualizado na lista de IPs secundários da máquina virtual:
        2. Remover IP secundário:
          1. Para remover um IP secundário, selecione o IP que deve ser removido:
          2. Na aba "Detalhes" pressione o botão para remover:
          3. Confirme a operação:
  6. Na aba "Estatísticas" é possível visualizar informações de uso dos recursos da instância de máquina virtual como informações de CPU, rede e disco:

  7. Também é possível executar as ações da aba "Detalhes" diretamente pela lista de máquinas virtuais do usuário, o que agiliza algumas tarefas, para isto basta passar o mouse no símbolona linha da máquina virtual a ser gerenciada:
  8. Em seguida será apresentada a lista de ações que o usuário pode executar:

Como obter métricas de utilização das instâncias

É possível obter métricas de utilização dos recursos alocados às instâncias utilizando a visão de métricas:

  1. No menu das instâncias selecione o botão "Métricas":

    1. Esta visão fornece dados de utilização de CPU, RAM, Disco e Rede:

Como criar um disco virtual

Para criar um disco virtual o usuário deve seguir os seguintes passos:

  1. No menu principal selecionar o item Storage:

  2. No canto superior direito pressionar o botão "Adicionar Disco":

  3. Defina o nome do disco virtual:

    O nome do disco virtual deve ser único.

  4. Defina o datacenter que o disco será criado, este deve ser próximo ao datacenter que a máquina virtual a qual ele será anexado está instalada:

  5. Selecione a oferta de disco a ser utilizada pelo disco virtual:

  6. Por fim o disco virtual será apresentado na lista de discos virtuais do usuário:

    Apesar do disco ser criado ele não está conectado em nenhuma máquina virtual, esta tarefa deve ser executada posteriormente.

Como gerenciar um disco virtual

No gerenciamento de discos virtuais o usuário possui dois tipos de discos, ROOT e DATA, em cada um deles o usuário pode executar ações como anexar, remover, transformar o disco em template, tirar snapshots e outras, para isto o usuário deve seguir os seguintes passos:

  1. No menu principal selecionar o item Storage:
  2. Na lista de discos virtuais do usuário, selecionar o disco virtual desejado:

  3. Na aba "Detalhes", além de informações como o nome, ID, zona, estado, oferta utilizada, tipo de disco e tipo do storage é possível executar uma série de ações. Neste caso, como foi selecionado um disco do tipo DATA e o disco nunca foi anexado a nenhuma máquina virtual o usuário possui três opções:

    1. Anexar o disco virtual a uma instância de máquina virtual:

      Esta operação pode ser executada com a máquina virtual em funcionamento e com sistemas operacionais que suportam este tipo de funcionalidade.

       

      1. Pressione o botão (Anexar Disco).
      2. Selecione a instância de máquina virtual onde o disco será anexado:

        A instância de máquina virtual onde o disco será anexado não pode possuir snapshots do disco ROOT associados a ela.


      3. Confirme a operação:

    2. Remover o disco virtual:
      1. Pressione o botão (Remover disco).
      2. Confirme a operação:

        Ao remover o disco virtual os snapshots não são removidos automaticamente, desta forma cada snapshot deve ser removido individualmente.


    3. Visualizar snapshots:
      1. Pressione o link.
      2. Os snapshots do disco virtual serão listados:

  4. Caso o disco do tipo DATA for selecionado e o mesmo estiver anexado a uma máquina virtual o usuário possui seis opções:
    1. Tirar um snapshot:
      1. Pressione o botão(Tirar Snapshot).
      2. Confirme a operação:

    2. Configurar snapshots recorrentes:
      1. Pressione o botão (Configurar Snapshots Recorrentes).
      2. Selecione a recorrência, são quatro opções:
        1. A cada hora, onde deve ser selecionado em qual minuto deve ser realizado o snapshot:
        2. Diário, onde deve ser definido a hora que deve ser feito o snapshot a cada dia:
        3. Semana, onde deve ser definido o dia da semana e a hora que deve ser feito o snapshot:
        4. Mensal, onde deve ser definido o dia do mês e a hora que deve ser feito o snapshot:

      3. Selecione o fuso horário que deve ser seguido para a execução do snapshot:
      4. Selecione a quantidade de snapshots devem ser mantidos:

        Os snapshots mais antigos serão removidos ao atingir a quantidade máxima.

      5. Adicione a regra de recorrência:
      6. A regra será incluída e poderá ser visualizada:

        Para remover a regra basta pressionar o botão

      7. Para concluir pressione o botão .
      8. Após passado o tempo configurado o snapshot aparece na lista de snapshots do disco virtual:
    3. Desconectar disco da máquina virtual:
      1. Pressione o botão(Desplugar Disco).
    4. Baixar disco virtual:
      1. Pressione o botão (Baixar Disco).
      2. Confirme a operação:
      3. Pressionar o link fornecido para baixar o disco virtual:
    5. Alterar oferta de serviço:
      1. Pressione o botão(Resize Volume).
      2. Selecione a nova oferta de serviço a ser utilizada:

      3. Confirme a operação:

    6. Visualizar snapshots:
      1. Pressione o link.
      2. Os snapshots do disco virtual serão listados:
  5. Para gerenciar um disco ROOT, na lista de discos virtuais do usuário, selecionar o disco virtual desejado:

  6. Na aba "Detalhes", além de informações como o nome, ID, zona, estado, tipo de disco, tipo do storage e outras é possível executar uma série de ações. Neste caso, como foi selecionado um disco do tipo ROOT o usuário possui três opções:

    1. Tirar um snapshot:
      1. Pressione o botão(Tirar Snapshot).
      2. Confirme a operação:
    2. Configurar snapshotsrecorrentes:
      1. Pressione o botão (Configurar Snapshots Recorrentes)
      2. Selecione a recorrência, são quatro opções
        1. A cada hora, onde deve ser selecionado em qual minuto deve ser realizado o snapshot:
        2. Diário, onde deve ser definido a hora que deve ser feito o snapshot a cada dia:
        3. Semana, onde deve ser definido o dia da semana e a hora que deve ser feito o snapshot:
        4. Mensal, onde deve ser definido o dia do mês e a hora que deve ser feito o snapshot:
      3. Selecione o fuso horário que deve ser seguido para a execução do snapshot:
      4. Selecione a quantidade de snapshots devem ser mantidos:

        Os snapshots mais antigos serão removidos ao atingir a quantidade máxima.

      5. Adicione a regra de recorrência:
      6. A regra será incluída e poderá ser visualizada:

        Para remover a regra basta pressionar o botão .

      7. Para concluir pressione o botão .
      8. Após passado o tempo configurado o snapshot aparece na lista de snapshots do disco virtual:
    3. Visualizar snapshots:
      1. Pressione o link.
      2. Os snapshots do disco virtual serão listados:

Como obter métricas de utilização de um disco virtual


É possível obter métricas dos recursos de disco virtual:

  1. No menu "Storage" selecione o botão "Métricas":

 

Como gerenciar um snapshot

No gerenciamento de snapshots o usuário possui dois tipos de discos, ROOT e DATA, em cada um deles o usuário pode executar ações específicas para cada tipo, para isto o usuário deve seguir os seguintes passos:

  1. Para o gerenciamento de snapshots de discos do tipo ROOT, no menu principal selecionar o item Instâncias:
  2. Pressione o link .
  3. Os snapshots da instância serão listados, selecione o snapshot a ser gerenciado:
  4. Na aba "Detalhes", além de informações como o nome, ID, tipo, descrição, estado, disco pai e outros é possível executar apenas duas ações:

    1. Remover o snapshot:
      1. Pressione o botão (Remover Snapshot de VM).
      2. Confirme a operação:

    2. Reverter para o snapshot:
      1. Pressione o botão (Reverter Snapshot de VM).
      2. Confirme a operação:

  5. Para o gerenciamento de snapshots de discos do tipo DATA, mo menu principal selecionar o item Storage:
  6. Selecione a visualização de snapshots:
  7. Os snapshots da instância serão listados, selecione o snapshot a ser gerenciado:

  8. Na aba "Detalhes", além de informações como o nome, estado, domínio, proprietário e outros é possível executar três ações:

    1. Criar template a partir do snapshot:
      1. Pressione o botão (Criar Template).
      2. Defina o nome do template:
      3. Defina a descrição do template:
      4. Selecione o tipo do sistema operacional do template:
      5. Defina se o template é público ou não:
      6. Defina se o template tem o gerenciamento de senha ativado:

        Caso o template possua o gerenciamento de senha configurado será possível redefinir a senha de administração no portal de gerenciamento Web ou via API.

      7. Defina se o template é dinamicamente escalável:

        Para que o template seja dinamicamente escalável é obrigatória a instalação do XenTools, desta forma será possível escalar os recursos da instância de forma dinâmica, ou seja, sem a necessidade de parar a instância.

      8. Confirme a operação:
    2. Criar disco a partir do snapshot:
      1. Pressione o botão (Criar Disco).
      2. Defina o nome do novo disco:
      3. Confirme a operação:
      4. O novo disco poderá ser configurado na lista de discos virtuais do usuário:
    3. Remover snapshot:
      1. Pressione o botão (Remover Snapshot).
      2. Confirme a operação:

Como criar uma rede virtual

Para criar uma rede virtual o usuário deve definir algumas características da rede virtual, como nome, descrição, oferta de serviço e outras, para isto o usuário deve seguir os seguintes passos:

  1. No menu principal selecionar o item Rede:
  2. No canto superior direito pressionar o botão "Adicionar Rede Isolada":
  3. Preencha o nome da rede que será criada:
  4. Preencha uma breve descrição da rede que será criada:
  5. Selecione a zona onde a rede será criada:
  6. Selecione a oferta de serviço desejada:
  7. Os próximos três campos são opcionais, onde você pode definir qual será o endereço de gateway da rede, a máscara da rede e o domínio da rede:
  8. Confirme a criação da rede:
  9. A rede será criada e poderá ser visualizada na lista de redes virtuais do usuário:

Como gerenciar uma rede virtual

No gerenciamento de uma rede virtual o usuário pode executar ações como editar, reiniciar a rede, excluir redes e outras, para isto o usuário deve seguir os seguintes passos:

  1. No menu principal selecionar o item Rede:
  2. Na lista de redes virtuais do usuário selecione a rede a ser gerenciada:
  3. Na aba "Detalhes", além de informações como o ID, nome, tipo, CIDR, e outras, é possível executar uma série de ações:

    1. Editar detalhes
      1. Pressione o botão (Editar).
      2. Edite os detalhes desejados da rede virtual:

      3. Confirme a operação:

    2. Reiniciar a rede
      1. Pressione o botão (Reiniciar rede).
      2. Confirme a operação:

        Caso a opção limpar seja selecionada o roteador virtual será destruído e um novo roteador virtual será criado, porém nenhuma configuração será perdida.

    3. Remover a rede
      1. Pressione o botão (Remover rede).
      2. Confirme a operação:

        Caso exista alguma interface de rede de uma máquina virtual conectada nesta rede não será possível remover a mesma até a interface ser transferida para outra rede ou removida.

    4. Visualizar Endereços IP
      1. Pressione o link .
      2. Será apresentada a lista de IPs de saída desta rede virtual:
      3. Nesta tela ainda é possível adquirir um novo IP de saída para esta rede, pressione o botão "Adquirir novo IP" no canto superior direito:
      4. Confirme a operação:
      5. Na lista de IPs é possível visualizar o novo IP adquirido:
  4. Na aba "Regras de Saída", é possível configurar regras de saída de pacotes da rede virtual, sendo possível restringir a saída por CIDR de origem, protocolo (TCP, UDP e ICMP) e porta:

    1. Para adicionar uma regra de saída basta apenas preencher os campos:
    2. Para confirmar pressionar o botão .
    3. A regra poderá ser visualizada na lista de regras de saída:

      Para remover a regra, basta pressionar o botão na coluna "Adicionar".

Como gerenciar IPs de saída

No gerenciamento de IPs de saída o usuário pode executar ações como gerenciar regras de entrada e saída, balanceamento de carga e outras, para isto o usuário deve seguir os seguintes passos:

  1. No menu principal selecionar o item Rede:
  2. Na lista de redes virtuais do usuário selecione a rede onde o IP está configurado:
  3. Pressione o link , para os IPs atribuídos a rede selecionada serem listados.

    Quando uma rede virtual é criada e inicializada, automaticamente um IP de saída padrão (público) é atribuído a uma interface de saída e um source NAT é configurado para o CIDR especificado nas configurações da rede. Caso IPs extras sejam atribuídos é possível configurar NAT estático para uma determinada máquina virtual.

  4. Para configurar o IP padrão da rede, basta selecionar o IP de saída padrão:

  5. Na aba "Detalhes", além das informações como ID, nome, estado da rede e outros, é possível habilitar o serviço de VPN para a rede, desta forma será possível conectar a esta rede remotamente:

    1. Para habilitar o serviço de VPN pressione o botão(Habilitar VPN).
    2. Confirme a ativação do serviço de VPN para a rede:

    3. O serviço foi ativado e a chave pré compartilhada é apresentada para o usuário:

    4. Para configurar os usuários que terão acesso a VPN basta abrir a aba "VPN" e preencher os campos de usuário e senha e pressionar o botão :

    Para desabilitar a VPN basta pressionar o botãona aba "Detalhes"


  6. Na aba "Configuração", existem três itens que podem ser configurados:


    1. Firewall

      1. Pressione o botão , dentro da caixa Firewall.

      2. Será apresentada a lista de regras de firewall existentes:


        Neste caso, como foi ativado o serviço de VPN o próprio Apache Cloustack adicionou as regras necessárias para liberar a conexão ao serviço de VPN.

      3. Para adicionar uma regra de firewall basta o usuário preencher os campos CIDR, porta de início, porta final e selecionar o protocolo e pressionar o botão :


        Caso seja selecionado o protocolo ICMP não será necessário configurar a porta de início e porta final, porém será necessário descrever o tipo e código do ICMP.

      4. A nova regra será apresentada na lista de regras:

        Para remover a regra, basta pressionar o botão na coluna "Ações".

    2. Encaminhamento de Porta

      1. Pressione o botão , dentro da caixa Encaminhamento.

      2. Será apresentada a lista de regras de encaminhamento de portas existentes:

      3. Para adicionar uma regra de encaminhamento de porta basta o usuário preencher os campos porta privada (início e fim), porta pública (início e fim) e selecionar o protocolo e pressionar o botão .

      4. Será apresentada a tela para seleção da máquina virtual que receberá a conexão externa, selecione a máquina desejada:

      5. Após selecionada a máquina virtual é necessário selecionar a interface na máquina virtual que receberá a conexão, caso a máquina possua apenas uma interface ela será selecionada por padrão:
      6. Confirme a operação:
      7. A nova regra será apresentada na lista de regras de encaminhamento de portas:

        Para remover a regra, basta pressionar o botão na coluna "Ações".

    3. Balanceamento de Carga

      1. Pressione o botão , dentro da caixa Balanceamento.

      2. Será apresentada a lista de regras de balanceamento de carga existentes:

      3. Para adicionar uma regra de balanceamento de carga basta o usuário preencher os campos nome, porta privada, porta pública e selecionar o algoritmo (round-robin, least connections e origem) e pressionar o botão .

         

        Caso exista uma regra de encaminhamento na porta pública que será utilizada para o balanceamento de carga esta deverá ser removida antes.

      4. A nova regra será apresentada na lista de regras de balanceamento de carga:

         

        Para remover a regra, basta pressionar o botão na coluna "Ações". E para remover um servidor do pool de balanceamento da carga basta pressionar o botão na linha da máquina virtual.


      5. Opcionalmente também é possível configurar os métodos de persistência, para isso pressione o botão na coluna "Aderência".
      6. Selecionar o método de persistência, são possíveis 3:

        1. Source IP, neste método a persistência será feita com base no IP de origem da requisição, para configurar o usuário deve seguir os seguintes passos:
          1. Preencha o nome da regra:
          2. Preencha o tamanho da tabela de regras:

            O atributo tamanho da tabela deve ser expressado com um número decimal seguido de k (KB), m (MB) ou g (GB).

          3. Preencha o tempo que a persistência deve durar:

            O atributo tempo de expiração deve ser expressado com um número decimal seguido de s (segundos), m (minutos), h (horas) ou d (dias).

          4. Confirme a operação:
          5. A regra será configurada e poderá ser vista na lista de regras de balanceamento:
        2. LbCookie, neste método a persistência será feita com base em um cookie inserido pelo balanceador de carga na requisição, para configurar o usuário deve seguir os seguintes passos:
          1. Preencha o nome da regra:

          2. Preencha o nome que será dado ao cookie:

          3. Defina o modo como o cookie sera inserido:

            São permitidos 3 modos de inserção de cookies:

            rewrite - O cookie será gerado pelo servidor na resposta, porém o balanceador de carga vai reescrever o valor do cookie e inserir um identificador do servidor no mesmo.

            insert - O cookie será inserido pelo balanceador de carga na resposta.

            prefix - Neste modo o balanceador de carga ira inserir um identificador do servidor em um cookie já existente.


          4. Selecione se o cookie não será armazenado em cache:

            Esta opção é recomendada em conjunto com o modo insert e quando existe um cache entre o cliente e balanceador de carga, uma vez que garante que o cookie não será armazenada em cache. Isto é importante porque, se o cookie for adicionado ao cache, por exemplo, então todos os clientes irão compartilhar o mesmo cookie persistência e por consequência acessar o mesmo servidor.

          5. Selecione se a opção "indireto" estará ativada:

            Esta opção garante que o balanceador de carga não insere o cookie se o cliente já tiver um cookie válido. E adicionalmente, no modo insert o balanceador de carga irá remover o cookie da resposta enviada ao servidor, garantindo que o mecanismo de persistência é totalmente transparente para a aplicação web rodando nos servidores.


          6. Selecione se o cookie será inserido apenas no método POST:

            Esta opção garante que o cookie somente será enviado em requisições POST. É uma alternativa a opção "Sem Cache" pois requisições do tipo POST não são armazenadas em cache.

          7. Defina o domínio que deverá estar na requisição para o cookie ser inserido:

          8. Confirme a operação:

          9. A regra será configurada e poderá ser vista na lista de regras de balanceamento:

        3. AppCookie
          1. Preencha o nome da regra:
          2. Preencha o nome que do cookie:
          3. Defina o modo como o identificador do servidor será buscado no cookie:

            São permitidos 2 modos de identificação do servidor:

            path-parameters - Neste modo a busca será realizada nos parâmetros da URL enviada na requisição.

            query-string - Neste modo a busca será realizada nas strings do Cookie enviado na requisição.

          4. Defina o tamanho da string que deve ser identificada:
          5. Defina o tempo que o identificador do servidor será armazenado no balanceador de carga:
          6. Selecione a opção para o balanceador de carga aprender o identificador do servidor da requisição:

            Se esta opção for especificada, o balanceador de carga será capaz de aprender o cookie encontrado na requisição, e caso o servidor não especificar em alguma resposta o balanceador se encarrega disso.

          7. Selecione a opção para buscar um prefixo de identificador do servidor no cookie ou URL para ser usado como persistência:
          8. Confirme a operação:
          9. A regra será configurada e poderá ser vista na lista de regras de balanceamento:

  7. Para configurar um IP extra (adquirido após a criação da rede), basta selecionar o IP:


  8. Na aba "Detalhes", além de informações como o ID, nome, estado, domínio e outras, é possível executar duas ações:

    1. Ativar NAT estático
      1. Pressione o botão (Ativar NAT Estático).
      2. Selecione a máquina virtual que receberá o NAT estático:

         

        Se a máquina virtual possuir mais de uma interface de rede você deve selecionar para qual das interfaces será configurada o NAT estático.

      3. Confirme a operação:

    2. Liberar IP
      1. Pressione o botão (Liberar IP).
      2. Confirme a operação:

  9. Caso o NAT estático não esteja ativado as configurações da rede são idênticas as configurações do IP padrão, caso o NAT estático seja ativado a configuração fica limitada ao Firewall, para fazer a configuração vá na aba "Configuração":

  10. Pressione o botão , dentro da caixa Firewall.

  11. Será apresentada a lista de regras de firewall existentes:

  12. Para adicionar uma regra de firewall basta o usuário preencher os campos CIDR, porta de início, porta final e selecionar o protocolo e pressionar o botão :

    Caso seja selecionado o protocolo ICMP não será necessário configurar a porta de início e porta final, porém será necessário descrever o tipo e código do ICMP.

  13. A nova regra será apresentada na lista de regras:

    Para remover a regra, basta pressionar o botão na coluna "Ações".

Como criar um projeto

Para criar um projeto o usuário deve definir algumas características, como nome, descrição, participantes e outras, para isto o usuário deve seguir os seguintes passos:

  1. No menu principal selecionar o item Projetos:
  2. No canto superior direito pressionar o botão "Novo Projeto":
  3. Preencha o nome do novo projeto:
  4. Preencha a descrição do projeto:
  5. Confirme a criação do projeto:
  6. Siga para a página de adição de contas no projeto:
  7. Adicione as contas que participarão do projeto, para isso preencha o campo com o nome do usuário e pressione :
  8. Quando todas as contas participantes do projeto forem adicionadas pressione o botão "Próximo" para continuar:

    Ao término da criação do projeto também é possível adicionar ou remover mais contas se necessário.

  9. Revise as informações do projeto:
  10. O projeto foi criado e pode ser visualizado na lista de projetos do usuário:
  11. Para acessar o dashboard do projeto basta selecionar na caixa "Project" no canto superior esquerdo:
  12. Dashboard do projeto:

Como gerenciar um projeto

No gerenciamento de um projeto o usuário pode executar ações como editar informações básicas, desabilitar, remover e adicionar participantes (usuários), para isto o usuário deve seguir os seguintes passos:

  1. No menu principal selecionar o item Projetos:
  2. Na lista de projetos, selecionar o projeto a ser gerenciado:


  3. Na aba "Detalhes", além de informações como o nome, estado e domínio é possível executar algumas ações:

    1. Editar detalhes:
      1. Pressione o botão(Editar).
      2. Edite o nome de exibição do projeto:

      3. Para confirmar pressione .
    2. Suspender projeto:
      1. Pressione o botão (Suspender projeto).
      2. Confirme a operação:

         

        Para reativar o projeto basta apenas pressionar o botão novamente e confirmar a operação.

    3. Remover projeto:
      1. Pressione o botão (Deletar projeto).
      2. Confirme a operação:

        Caso o projeto for removido todas as instâncias de máquinas virtuais, discos de dados, snapshots, redes virtuais e outros atrelados a este projeto serão removidos.

  4. Na aba "Contas", além de visualizar os usuários que fazem parte do projeto, é possível adicionar um novo participante ao projeto, remover participante e alterar o administrador do projeto:

    1. Adicionar participante:
      1. Preencha o campo com o nome da conta que você deseja incluir no projeto:
      2. Pressione o botão para confirmar.
      3. O participante foi adicionado e pode ser visualizado na lista de contas participantes do projeto:

    2. Remover participante:
      1. Pressione o botão (Remover conta de projeto) na coluna "Ações" na linha do usuário que você deseja remover do projeto.
      2. A conta "usuário" foi removida com sucesso:
    3. Trocar administrador:
      1. Pressione o botão (Criar proprietário de conta de projeto) na coluna "Ações" na linha do usuário que você deseja tornar o proprietário do projeto.
      2. A conta rodrigo.azevedo@rnp.br se tornou o proprietário do projeto:

Como gerenciar minha conta

No gerenciamento da sua conta o usuário pode executar basicamente duas ações trocar a senha e gerar a API Key e Secret Key, para isto o usuário deve seguir os seguintes passos:

  1. No menu principal selecionar o item Contas:
  2. A conta será listada, selecione a conta a ser gerenciada:
  3. Na aba "Detalhes", além de informações como o nome, ID, função, domínio e limites da conta é possível listar os usuários dentro desta conta, para isto pressione o link :
  4. Os usuários serão listados, selecione o usuário a ser gerenciado:

  5. Na aba "Detalhes", além de informações como o nome, ID, função, domínio, e-mail e outros, é possível executar duas ações:
    1. Trocar senha:
      1. Pressione o botão (Troca de Senha).
      2. Digite a nova senha nas duas caixas de entrada:
      3. Confirme a operação:

        A troca da senha só funciona caso o usuário não faça a autenticação via CAFe.

    2. Gerar API Key e Secret Key:
      1. Pressione o botão (Gerar Chaves).
      2. Confirmar a operação:
      3. Chaves geradas:
      4. Para copiar as chaves pressione o botão ao lado de cada uma das chaves.

Como instalar e configurar o Cloudmonkey

Instalação

A CLI cloudmonkey possui apenas um requisito para a sua utilização, o Python 2.6 ou superior, por sua vez o Python possui cinco dependências:

  • readline

  • Pygments

  • prettytable

  • argcomplete

  • requests

Para a instalação do cloudmonkey é recomendado o uso do PIP (Pip Installs Python), para instalar no seu sistema siga os procedimentos oficiais do PIP em https://pip.pypa.io/en/latest/installing/.
Após a instalação do PIP, para instalar o cloudmonkey execute o seguinte comando no shell de sua preferência:

 

Para atualizar o cloudmonkey execute o seguinte comando no shell de sua preferência:

 

Para uma instalação limpa do cloudmonkey é recomendado executar o seguinte comando no shell de sua preferência:

Configuração

Todos os arquivos de configuração, log, histórico e outros do cloudmonkey fica armazenado no diretório "~/.cloudmonkey/", o arquivo de configuração é o "~/.cloudmonkey/config", a partir da versão 5.2.0 ele tem o seguinte formato:


Existem duas formas de configurar o cloudmokey, a primeira delas é editando o arquivo de configuração diretamente no seu editor de texto predileto, e a segunda é utilizando o próprio cloudmonkey para alterar a configuração, os parâmetros que podem ser alterados são os seguintes:
 

Parâmetro

Descrição

Valor Padrão

profile

Nome do perfil

local

url

URL do servidor de gerenciamento do serviço (pode conter a URL completa com protocolo, porta, caminhos, etc)

http://localhost:8080/client/api 

timeout

Tempo limite para comandos de consulta assíncronas

3600

apikey

API Key do usuário

""

secretkey

Secret Key do usuário

""

verifysslcert

Ativa/Desativa verificações de SSL quando for feita uma chama HTTP

true

username

Nome do usuário do serviço

admin

password

Senha do usuário do serviço

password

color

Habilita saída dos comandos coloridas, mudar para falso para desabilitar

true

prompt

prompt apresentado pelo cloudmonkey

>

display

Modo de saída dos resultados, em linha, JSON, ou tabular, as opções são default (linha) or json (JSON) or table (tabular)

default

log_file

Arquivo de log

~/.cloudmonkey/log

history_file

Arquivo de histórico de comandos

~/.cloudmonkey/history

asyncblock

Consulta para comandos assíncronos, se falso fará com que cloudmonkey retornar o jobid

true

paramcompletion

Tentará encontrar um valor, utilizando a API, para preencher o parâmetro de outra chamada via API, experimental pode falhar

true

Para alterar um parâmetro, basta executar o seguinte comando no shell de sua preferência::

Após finalizar a configuração execute o seguinte comando para sincronizar o cloudmonkey com o servidor de gerenciamento do serviço:

Ao término da sincronização a CLI está pronta para o uso.

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